Author: EgildaMarques
•19:40



Author: EgildaMarques
•19:18
Querido Irmão Marcos Jose , Filho do Coração do Nosso Querido Irmão Divaldo Franco, proferiu nesse Domingo do Dia das Mães 08 de Maio 2011 palestra, psicografou e fez Pinturas Mediunicas no nosso Cantinho de Luz Fabiano de Cristo. Sua Mediunidade manifestou-se aos dezoito anos de idade, com habilidade e conhecimento adquiridos no berço espírita. Hoje ele mora e participa do Grupo Espírita Monte Alverne em Brasília_DF e da Comunhão Espírita de Brasília  com trabalhos e  estudos diarios.Tem se colocado a serviço do Espiritismo com amor e dedicação, sempre que solicitado. Conciliando o seu trabalho e seus estudos profissionais diários. Em Teresina esteve como exemplo de trabalhador da nova Era com Jesus e no Cantinho de Luz com a Dirigente do Cantinho de Luz Fabiano de Cristo, Dona Jesus.
Author: Cantinho de Luz Fabiano de Cristo
•03:13



“Disse a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não tenha mais sede, nem venha aqui tirá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e volta aqui. Respondeu-lhe a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Disseste bem, dizendo que não tens marido; porque cinco maridos tiveste e o que agora tens não é teu marido; nisto falaste a verdade.” (João, 4:15-18.)


Essa passagem evangélica de extrema grandeza espiritual, vivida junto ao tradicional “poço de Jacó”, na Samaria, e registrada por João, destaca a escolha da samaritana para dialogar com o Mestre e ouvi-lo enunciar a dulcíssima mensagem:“[...] Todo aquele que beber da água que eu lhe der jamais terá sede” (4:13). Ao falar-lhe sobre os seus maridos, Jesus mostra à mulher o verdadeiro sentido da “água a ser bebida” e que nunca haveria de acabar, libertando-a da sede de amor que tanto a atormentava, após frustradas experiências amorosas. As palavras iluminadas da autora espiritual Amélia Rodrigues ressaltam as emoções vividas pela samaritana naqueles momentos do encontro inesquecível:

[...] Os meigos olhos d’Ele incendeiam- se e se fixam nos olhos dela, penetrando-lhe o recôndito do espírito.

[...] Ela se perturba. Era uma pecadora e Ele o sabia –, conjectura. Esse era o seu tormento íntimo. Quanto se sentia ferida, humilhada no seu amor, receosa! As lágrimas afloram e escorrem abundantes; a palavra empalidece o vigor nos seus lábios e, quase sem fôlego, esclarece: – Não tenho marido. A vergonha estampa no seu rosto moreno a própria dor.

Ao associarmos esse colóquio a certos problemas atuais do sexo, a exigirem soluções imediatas em função da sua gravidade, quando multidões parecem estar distantes da realidade, como se o ser humano nada mais fosse do que um “animal que pensa”, é possível considerar os prejuízos e os desajustes ético-morais que acarretam as dolorosas provas a serem vividas por aqueles que se desequilibram na aplicação das suas energias genésicas.




As imperfeições na área da sexualidade são desastrosas para muitos de nós, atormentando as mentes em desalinho que assim permanecem, graças ao descontrole do sexo mal dirigido e causando nas criaturas desequilíbrios emocionais profundos, principalmente no desentendimento entre os parceiros que fracassam na comunhão afetiva e que geram, entre outras situações aflitivas, dificuldades, tais como: infidelidade, abandono, prostituição, violência doméstica, rejeição à gestação (mormente, na adolescência), aborto etc. Esses transtornos, infelizmente, em determinados casos, resultam em crimes passionais ou suicídios desesperados, nascidos de psicoses obsessivas verdadeiramente traumáticas.


Por essa razão, a análise do presente tema só será possível se o tratarmos sob o ponto de vista espiritual, sem deixar de dar importância aos estudos desenvolvidos pelas cátedras materialistas,que se restringem, unicamente, aos resultados psíquicos, fisiológicos, e de encaminhamento legal, obtidos na união sexual, conhecimentos esses transmitidos pelos educadores aos adolescentes, de forma inadequada,que faz com que as orientações científicas dos especialistas cometam equívocos sobre as questões que emergem da sexualidade, sobretudo em consequência da falta do conhecimento basilar das ideias reencarnacionistas. O Espírito Emmanuel, ao discorrer sobre tais particularidades, afirma com sabedoria:

– Não devemos esquecer que o amor sexual deve ser entendido como o impulso da vida que conduz o homem às grandes realizações do amor divino, através da progressividade de sua espiritualização no devotamento e no sacrifício.

[...] É aí que urge o esforço de autoeducação, porquanto toda criatura necessita resolver o problema da renovação de seus próprios valores.

Ressalta, todavia, o preclaro Benfeitor:

[...] em vez da educação sexual pela satisfação dos instintos, é imprescindível que os homens eduquem sua alma para a compreensão sagrada do sexo.




A necessidade de amparo educativo adequado ao entendimento dos problemas do amor e do sexo permitirá ao Espírito encarnado libertar- se de velhas imperfeições, nascidas desses embaraços sentimentais que despontam do passado multimilenar, pois, no dizer da insigne educadora espiritual Joanna de Ângelis, “[...] o problema do sexo é do espírito e somente do espírito virá, para ele, a solução”.

É imprescindível refletir sobre a urgência de transmitir às crianças e aos jovens, de acordo com o nível de compreensão de sua faixa etária, orientações salutares de como as vivências amorosas futuras poderão ser equilibradas quando utilizamos, também, as próprias forças genésicas para setores de atividades criativas, promovendo ocupações produtivas, físicas ou morais, que lhes possibilitem, na idade adulta, maior equilíbrio e não extremismo nas experiências sexuais, sem cometer desregramentos, mas esforçando-se no cultivo do respeito entre dois seres que se unem. O Espírito Maia de Lacerda destaca o realismo e a emergência desses estudos, ao observar os obstáculos encontrados pelo despreparo de pessoas que adotam comportamentos deploráveis em que, ao lesarem

[...] almas dignas que lhes merecem a afeição, se desvairam [...] à procura de companhias e parceiros outros de novidade emotiva, interrompendo serviços absolutamente imprescindíveis para eles no quadro da reencarnação [...]


Esses efeitos poderiam ser evitados se os pais abordassem esclarecimentos de modo franco e sincero, na fase da infância e da adolescência de sua prole, sobre as indagações que surgem a respeito do sexo, estimuladas, especialmente, pela excessiva propaganda dos tempos modernos da informação, causando extrema curiosidade sobre o assunto; enfoques que nem sempre dignificam os princípios humanos e que influem, negativamente, sobre os filhos. Objetivamente, esses são pontos de vista que conferem “pretensa legitimidade às relações sexuais irresponsáveis” e tratam “consciências qual se fossem coisas”.





Sabemos que “o livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo”, procurando discernir entre o bem e o mal; cederá às influências, boas ou más, em função de sua livre vontade e resistirá, ou não, às tentações que surgem da própria imperfeição ou das fraquezas morais que são sempre indícios de uma alma imperfeita. Jesus, sabedor de nossas fragilidades, ao ensinar a Oração dominical, sugere, sabiamente, em um de seus trechos:“Não nos deixes sucumbir à tentação, mas livra-nos do mal”(Mateus, 6:13). 

A resposta dada pelos Espíritos reveladores à pergunta 261, em O Livro dos Espíritos, traz luz para nossa compreensão sobre o que é preciso fazer nas provações, que nos cumpre passar, sem que venhamos a sofrer toda sorte de tentações de variadas naturezas:


[...] bem sabeis haver Espíritos que desde o começo tomam um caminho que os exime de muitas provas. Aquele, porém, que se deixa arrastar para o mau caminho, corre todos os perigos que o inçam. Pode um Espírito, por exemplo, pedir a riqueza e ser-lhe esta concedida. Então, conforme o seu caráter, poderá tornar-se avaro ou pródigo, egoísta ou generoso, ou ainda lançar-se a todos os gozos da sensualidade. Daí não se segue, entretanto, que haja de forçosamente passar por todas estas tendências.


Em decorrência, se queremos contribuir para o progresso espiritual de nossos rebentos,“há necessidade de iniciar-se o esforço de regeneração em cada indivíduo, dentro do Evangelho, com a tarefa nem sempre amena da autoeducação”.





As publicações da literatura espírita, de livros seguramente fundamentados nas obras básicas de Allan Kardec, oferecem para os jovens e adultos farto material sobre as dúvidas que giram em torno do sexo, permitindo-nos discuti-las, essencialmente, com a família, na exemplificação do bom senso e da isenção de preconceitos e tabus. E os livros espíritas infantis são transmissores de lições preciosas, facilitando, nas pequeninas almas, a eclosão de qualidades morais indispensáveis à formação da mentalidade cristã, primordial para que a criança possa “fugir do abismo da liberdade, controlando-lhe as atitudes e consertando-lhe as posições mentais, pois que essa é a ocasião mais propícia à edificação das bases de uma vida” 




Texto publicado na Revista Reformador, edição de abril de 2011.
Produzido por: Clara Lira Gonzales de Araújo.
Enviado por: Alessandro Dorighello.


Author: . : . Taninha . : .
•07:01






Este livro foi citado há algum tempo por amigos do grupo de evangelização das quintas. E ao procurar mais informações, encontrei estes dois videos do programa Primetime Thursday, apresentado por Charles Gibson, no canal de tv americano ABC. É uma espécie de documentário, que infelizmente não foi postada completa no youtube, mas estes dois trechos já satisfazem a curiosidade, e dão vontade de ler um pouco mais sobre esta descobertas, que nos fazem crer ainda mais na Reencarnação.


A Volta, livro escrito por Bruce e Andrea Leininger, conta duas histórias, de um mesmo espírito. Uma fala sobre os pesadelos de seu filho na tenra infância, com riqueza de detalhes. A outra, traz respostas a estes detalhes, deixados pela sombra da vida de um piloto jovem e desconhecido, apaixonado por aviões, e morto na 2ª Guerra Mundial quando estava em missão no Iwo Jima. 


Assista aos vídeos abaixo:










"Não é apenas depois da morte que o espírito recobra as lembranças do passado; pode-se dizer que não as perde jamais, porque a experiência prova que na encarnação, durante o sono do corpo, quando goza de uma certa liberdade, o espírito tem consciência de seus atos anteriores; ele sabe por que sofre, e que sofre justamente; a lembrança não se apaga senão durante a vida exterior de relação. Mas, à falta de uma lembrança precisa, que poderia lhe ser penosa e prejudicar suas relações sociais, ele haure novas forças nesses instantes de emancipação da alma se sabe aproveitá-los."

(Capítulo V - Item 11 - Do Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec)
Author: . : . Taninha . : .
•05:52

Considerações da Psicóloga Sandra Mussi, presidente do Conselho Espírita Canadense sobre o Filme Nosso lar




Sobre o filme Nosso Lar 
Como a gente diz por aqui, WOW!!!!! 

Tive a grande honra e prazer de assistir ao filme "Nosso Lar" que será estreado em Setembro/2010. 
Minha viagem ontem ao assistir o filme foi espetacular. Quantas lições!!! 

Eu fiquei encantada em como  pude me perceber nos personagens podendo assim experienciar emoções e valores tão engenhosamente criados na tela. 

Com a ajuda de André Luiz e desta produção espetacular, caminhei na minha própria estrada de encontro ao "Meu Lar" e ao "Meu Umbral". 

Como Psicóloga e constante estudante da alma, a busca dessa viagem interior é minha mola motivadora no caminho do auto-conhecimento. 

Para aqueles que já leram o livro e conhecem sua mensagem de tolerância e amor, o filme traz imagens inesquecíveis que materializam nossa imaginação, enriquecem nossa apreciação pelas mensagens trazidas a nós por André Luiz.  Quem não conhece a obra será presenteado com uma narrativa clara, que sutilmente ensina os fundamentos da mensagem Espirita através da jornada de um espirito. 

A representação visual contrastante entre o umbral e o Nosso Lar coloca em grande perspectiva a nossa dualidade espiritual, mental e emocional. Essa realidade interna do equilíbrio e desequilíbrio, entre o amor e o ódio, entre a paz e a guerra tão bem representada pelo ator Renato Prieto, nos faz reconhecer o nosso atual estado evolutivo, nossas fragilidades e limitações. Escolher ver a "normalidade" das nossas imperfeições de condição humana em busca da luz é aceitar de forma natural nosso crescimento. 

O filme Nosso Lar, me proporcionou o encontro com essa realidade e me fez refletir onde estou e para onde quero ir. Estar aberta para essa escolha é uma fonte energizadora de liberdade e de exercício em busca da felicidade e realização pessoal. 


As cenas do hospital da colônia Nosso Lar nos trazem a tranquilidade interna do silêncio, expulsam os barulhos da mente para que a quietude interna  proporcione o ambiente necessário ao encontro com nossa essência e a fonte das leis divinas. Mais uma vez, o filme nos leva a refletir no poder do silêncio. A "água medicamentosa" foi o agente desse processo. 

A trilha sonora composta pelo gênio da música considerado um dos compositores mais influentes do século 20, Philip Glass, constantemente nos convida a tecer suaves cordas vibracionais do nosso intimo com a arte divina. 

Nas cenas musicais do filme uma nova oportunidade de experienciar a harmonia, fazendo-nos mergulhar em sensações de alegria, quietude e união. 

O filme nos traz uma mensagem de otimismo e esperança. As emoções vivenciadas pelos atores trazem ao telespectador sentimentos verdadeiros e sinceros, fazendo com que o filme seja uma conexão constante. 

Morando no exterior há mais de 20 anos, "viajei" com Andre Luiz  - O retorno dele ao Lar na Terra, é muitas vezes meu retorno à Pátria querida. Cenas tão emocionantes que me instigaram ao exercício do desapego.  Como André Luiz, ao não aceitarmos as mudanças da nossa realidade perdemos a conexão interna. 


Ao nos desapegarmos deixamos de viver a ansiedade da separação e assim nos abrimos para a conexão maior, a do entendimento que somos todos ligados uns aos outros, somos UM SÓ através do AMOR! 

A doutrina da reencarnação faz com que possamos exercitar a fraternidade, estender nossas afeições além dos laços do sangue, nos laços imperecíveis do Espírito. 

Acredito que o cinema brasileiro enriqueceu com a grande direção de Wagner Assis que se estabeleceu como um grande "médium" das belezas eternas. 

Com certeza esse é um filme para se assistir muitas vezes. Estarei levando meus filhos e  meus amigos e recomendando a todos aqueles que buscam a paz e o encontro com o Divino. 

Obrigada Wagner e a toda a equipe que me proporcionaram essa viagem tão bonita! 
Obrigada André Luiz! Obrigada Chico! 

Sandra Mussi 
Psicóloga e Psicoterapeuta 
Presidente Conselho Espirita Canadense